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  • Mensagem do Graal
    Mensagem do Graal

     

    Na Luz da Verdade

    Mensagem do Graal

    Autor: Abdruschin

    Livraria do Círculo

  • Os Dez Mandamentos
    Os Dez Mandamentos

     

    Os Dez Mandamentos

    e o Pai-Nosso

     Autor: Abdruschin

    Livraria do Círculo

  • O Filho do Homem
    O Filho do Homem

     

    O Filho do Homem na Terra

    Autor: Roberto C. P. Junior

    Livraria do Círculo

  • Jesus
    Jesus

      

     

    Jesus ensina as leis da Criação

    Autor: Roberto C. P. Junior

    Livraria do Círculo

  • O nascimento da Terra
    O nascimento da Terra

     

    O nascimento da Terra

    Autora: Roselis Von Sass

    Livraria do Círculo

  • Atlântida
    Atlântida

     

    Atlântida

    Princípio e fim da grande tragédia

    Autora: Roselis Von Sass

    Livraria do Círculo

  • Moisés
    Moisés

     

     

    A vida de Moisés

    Autor: Coleção O Mundo do Graal

    Livraria do Círculo

  • Buda
    Buda

     

     

    Buda

    Autor: Coleção O Mundo do Graal

    Livraria do Círculo

REFLEXÃO

Ascensão

À humanidade só é possível uma ascensão através do pleno reconhecimento, jamais pela crença cega e ignorante!

Mensagem do Graal

 

A Lei da Reciprocidade

Conforme visto, as leis básicas da Criação são três: A Lei da Reciprocidade, a Lei da Gravidade e a Lei de Atração da igual Espécie. Como já mencionei alguns exemplos da atuação da Lei da Gravidade, vamos nos ater aqui às explicações de Jesus sobre a atuação das outras duas Leis primordiais.

Especificamente em relação à Lei da Reciprocidade, dada sua abrangência, vamos dividi-la em duas: a Lei da Reciprocidade propriamente dita e a Lei do Movimento que, como analisado, é uma decorrência natural daquela. O movimento não sé existe em toda a Criação como até se constitui no sustentáculo de todo o existir. Na obra Na Luz da Verdade, dissertação “Destino”, Abdruschin traz o seguinte esclarecimento sobre a Lei da Reciprocidade agindo como impulsionadora do movimento contínuo no Universo:

“As pessoas falam sobre destino merecido e destino imerecido, recompensa e castigo, desforra e carma. Tudo isso são apenas designações parciais duma lei existente na Criação: a Lei da Reciprocidade! Trata-se de uma lei que existe na Criação inteira desde os seus primórdios, lei essa que foi entrelaçada inseparavelmente no vasto processo do evoluir eterno, como parte indispensável do próprio criar e do desenvolvimento. Como um gigantesco sistema de finíssimos fios de nervos, essa lei mantém e anima o gigantesco Universo, impulsionando permanente movimento, um eterno dar e receber!”

Jesus não poupou esforços para transmitir aos seres humanos o sentido das leis universais da Criação, particularmente da Lei da Reciprocidade. Em múltiplas oportunidades instou os ouvintes a cuidarem de suas próprias ações, infalivelmente, de arcar com as consequências. Uma de suas primeiras indicações e esse respeito é a seguinte: “Tu, porém, ao dares esmola, ignore a tua mão esquerda o que faz a tua mão direita, para que a tua esmola fique em secreto, e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.” (Mateus 6:3,4)

O grão de mostarda e o fermento

“ O reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo, o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e crescida é maior do que todas as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar-se nos seus ramos (…) O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado.”

Mt 13:31-33; Mc 4:30-32; Lc 13:18-21

Nessas duas parábolas conjuntas Jesus fala do processo de evolução da Criação, em consonância com a Lei do Movimento. A Criação inteira permanece em constante desenvolvimento, crescendo sempre mais e mais. Novos mundos vão sendo continuamente formados dentro dos vários planos da gigantesca Obra, de modo que sempre haverá moradia para as criaturas humanas que nela se desenvolvem. A esse respeito, diz Abdruschin em sua obra Na Luz da Verdade, a Mensagem do Graal, dissertação “Desce da Cruz!”:

“Assim vai se tornando cada vez maior o reino de Deus, edificando e ampliando gradualmente pela força dos espíritos humanos puros, cujo campo de atuação terá de ser a Criação posterior, que poderão dirigir do Paraíso, visto eles mesmos já haverem percorrido antes todas as partes e assim chegado a pleno conhecimento delas.”

As próprias obras do ser humano estão sujeitas a esse processo de desenvolvimento ou de fermentação, quer sejam boas ou más. As configurações de intuições e de pensamentos também fazem parte dessas obras, e igualmente se robustecem através da Lei de Atração da Igual Espécie. Jesus alertou os seres humanos a não fazerem uso do “fermento dos saduceus e fariseus” (Mt 16:6,12; Mc 8:15), isto é, a não alimentarem o que é errado dentro de si, pois tal como as obras boas, as más também cresceriam e dariam os frutos correspondentes.

Quando Jesus esteve na Terra, sua Palavra da Verdade atuou aqui como um germinante grão de mostarda: “A Palavra do Senhor crescia e se firmava com grande poder” (At 19:20), iluminando o caminho ascendente para os seres humanos. Se eles tivessem prosseguido nesse caminho, sem se desviar por falsos atalhos, abertos por conceitos dogmáticos, também nossa Terra seria hoje uma cópia dos páramos luminosos situados mais acima. Os seres humanos terrenos teriam finalmente cumprido sua missão e feito de sua morada provisória na matéria mais um jardim de Deus, incrustado como pérola dentro da imensa obra-prima da Criação.

O Tesouro e a Pérola

“O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E transbordante de alegria vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo. O reino dos céus é também semelhante a um que negoceia e procura boas pérolas, e tendo achado uma pérola de grande valor, vendeu tudo o que possuía e a comprou.”

(Mt 13:44-46)

Nessas duas parábolas encadeadas Jesus mostra que o reino dos céus é incomparavelmente mais valioso do que os reinos terrenos. Mostra também qual deve ser a disposição do ser humano que quiser alcançá-lo. Nenhum esforço pode ser demasiado para tanto, pois os reinos do nosso mundo terreno não são nada comparados com a vida eterna no reino espiritual do Paraíso. O ser humano deve colocar como alvo máximo de sua existência alcançar um dia esse reino celeste. Deve mostrar, através de todo seu ser, a seriedade com que encara sua própria salvação, esforçando-se permanentemente em viver em conformidade com as Leis de Deus.

Novamente fica implícito aqui o erro de se apegar estritamente a coisas de pouco valor, como os efémeros bens materiais. E se tais bens se tornarem mesmo um pendor para quem os possui, como no daquele jovem rico, então é melhor mesmo se desfazer deles para manter aberta a possibilidade de atingir o reino dos céus. Jesus, inclusive, já havia advertido para não se amontoar tesouros aqui na Terra, e sim no céu.

“Não acumuleis para vós outros tesouros sobre a Terra, onde a traça e a ferrugem corroem e onde ladrões escavam e roubam; mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde nem traça nem ferrugem corroem, e onde ladrões não escavam nem roubam.”

(Mt 19, 20; Lc 12:33)

Paulo expressou o mesmo sentido com as palavras: “Miramos as coisas invisíveis e não as visíveis; pois o que é visível é passageiro, mas o que é invisível é eterno” (Co 4:18). O convívio com os gregos e sua filosofia de vida espiritualista parece ter feito muito bem ao grande apóstolo… O repositório do ser humano será formado lá onde apontar seu coração, isto é, sua vontade intuitiva. Por isso, ele deve direcioná-la para o alto, no sentido do aperfeiçoamento espiritual e assim juntar tesouros no céu.

Tesouros terrenos não poderão salvar ninguém no Juízo Final: “Nem sua prata nem seu ouro poderão salvá-los. No Dia da Ira do Senhor, toda a Terra será devorada pelo fogo do Seu zelo” (Sf 1:18). Somente aquele que orientou sua vida segundo as leis de Deus na Criação receberá auxílio, e não quem pôs sua esperança em bens terrenos ou no dinheiro: “Emprega o teu tesouro segundo os preceitos do Altíssimo, e isto te aproveitará mais do que o ouro” (Eclo 29:14).

Às pessoas que agem diferentemente, isto é, que só pensam em acumular tesouros na Terra, cabe ainda essa duríssima advertência de Tiago: “O vosso ouro e a vossa prata enferrujaram-se; sua ferrugem servirá de testemunho contra vós e devorará a vossa carne como fogo. Entesourastes, afinal, para os vossos últimos dias!” (Tg 5:3).

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NOTÍCIA

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