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  • Mensagem do Graal
    Mensagem do Graal

     

    Na Luz da Verdade

    Mensagem do Graal

    Autor: Abdruschin

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  • Os Dez Mandamentos
    Os Dez Mandamentos

     

    Os Dez Mandamentos

    e o Pai-Nosso

     Autor: Abdruschin

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  • O Filho do Homem
    O Filho do Homem

     

    O Filho do Homem na Terra

    Autor: Roberto C. P. Junior

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  • Jesus
    Jesus

      

     

    Jesus ensina as leis da Criação

    Autor: Roberto C. P. Junior

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  • O nascimento da Terra
    O nascimento da Terra

     

    O nascimento da Terra

    Autora: Roselis Von Sass

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  • Atlântida
    Atlântida

     

    Atlântida

    Princípio e fim da grande tragédia

    Autora: Roselis Von Sass

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    Moisés

     

     

    A vida de Moisés

    Autor: Coleção O Mundo do Graal

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  • Buda
    Buda

     

     

    Buda

    Autor: Coleção O Mundo do Graal

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REFLEXÃO

Credo

Não vos apegueis exclusivamente a um credo em particular, de tal modo que não acrediteis em tudo o resto; de outro modo, perdereis muita coisa boa, ou, mais do que isso, não conseguireis reconhecer a verdade real da questão. Deus, o omnipresente e omnipotente, não é limitado por nenhum credo único.

Ibn al Arabi

filósofo

 

Reflexão sobre a Alma

 

 Alma e realidade, duas paisagens sobrepostas

1 – Em todo o momento de actividade mental acontece em nós um duplo fenómeno de percepção: ao mesmo tempo que temos consciência de um estado de alma, temos diante de nós, impressionando-nos os sentidos que estão virados para o exterior, uma paisagem qualquer, entendendo por paisagem, para conveniência de frases, tudo o que forma o mundo exterior num determinado momento da nossa percepção.

2 – Todo o estado de alma é uma paisagem. Isto é, todo o estado de alma é não só representável por uma paisagem, mas verdadeiramente uma paisagem. Há em nós um espaço interior onde a matéria da nossa vida física se agita. Assim, uma tristeza é um lago morto dentro de nós, uma alegria, um dia de sol no nosso espírito. E – mesmo que se não queira admitir que todo o estado de alma é uma paisagem – pode ao menos admitir-se que todo o estado de alma se pode representar por uma paisagem. Se eu disser «há sol nos meus pensamentos», ninguém compreenderá que os meus pensamentos são tristes.

3 – Assim, tendo nós, ao mesmo tempo, consciência do exterior e do nosso espírito, e sendo o nosso espírito uma paisagem, temos ao mesmo tempo consciência de duas paisagens. Ora, essas paisagens fundem-se, interpenetram-se, de modo que o nosso estado de alma, seja ele qual for, sofre um pouco da paisagem que estamos vendo – num dia de sol uma alma triste não pode estar tão triste como num dia de chuva – e, também, a paisagem exterior sofre do nosso estado de alma – é de todos os tempos dizer-se, sobretudo em verso, coisas como que «na ausência da amada o sol não brilha», e outras coisas assim. De maneira que a arte que queira representar bem a realidade terá de a dar através duma representação simultânea da paisagem interior e da paisagem exterior. Resulta que terá de tentar dar uma intersecção de duas paisagens. Têm de ser duas paisagens, mas pode ser – não se querendo admitir que um estado de alma é uma paisagem – que se queira simplesmente interseccionar um estado de alma (puro e simples sentimento) com a paisagem exterior […].

A alma não se usa na superfície do mundo

Se alguma coisa há que esta vida tem para nós, e, salvo a mesma vida, tenhamos que agradecer aos deuses, é o dom de nos desconhecermos: de nos desconhecermos a nós mesmos e de nos desconhecermos uns aos outros. A alma humana é um abismo obscuro e viscoso, um poço que se não usa na superfície do mundo. Ninguém se amaria a si mesmo se deveras se conhecesse, e assim, não havendo a vaidade, que é o sangue da vida espiritual, morreríamos na alma de anemia. Ninguém conhece outro, e ainda bem que o não conhece, e, se o conhecesse, conheceria nele, ainda que mãe, mulher ou filho, o íntimo, metafísico, inimigo.

Ω

A única maneira de teres sensações é construíres-te uma alma nova.

Ω

Conhece alguém as fronteiras à sua alma, para que possa dizer – eu sou eu?

Ω

 

Alma

Vivem em nós inúmeros; 

Se penso ou sinto, ignoro

Quem é que pensa ou sente.

Sou somente o lugar

Onde se sente ou pensa.

Tenho mais almas que uma.

Há mais eus do que eu mesmo.

Existo todavia

Indiferente a todos.

Faço-os calar: eu falo.

Os impulsos cruzados

Do que sinto ou não sinto

Disputam em quem sou.

Ignoro-os. Nada ditam

A quem me sei: eu ʽscrevo.

 

Fernando Pessoa

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