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  • Mensagem do Graal
    Mensagem do Graal

     

    Na Luz da Verdade

    Mensagem do Graal

    Autor: Abdruschin

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  • Os Dez Mandamentos
    Os Dez Mandamentos

     

    Os Dez Mandamentos

    e o Pai-Nosso

     Autor: Abdruschin

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  • O Filho do Homem
    O Filho do Homem

     

    O Filho do Homem na Terra

    Autor: Roberto C. P. Junior

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  • Jesus
    Jesus

      

     

    Jesus ensina as leis da Criação

    Autor: Roberto C. P. Junior

    Livraria do Círculo

  • O nascimento da Terra
    O nascimento da Terra

     

    O nascimento da Terra

    Autora: Roselis Von Sass

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  • Atlântida
    Atlântida

     

    Atlântida

    Princípio e fim da grande tragédia

    Autora: Roselis Von Sass

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  • Moisés
    Moisés

     

     

    A vida de Moisés

    Autor: Coleção O Mundo do Graal

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  • Buda
    Buda

     

     

    Buda

    Autor: Coleção O Mundo do Graal

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REFLEXÃO

Credo

Não vos apegueis exclusivamente a um credo em particular, de tal modo que não acrediteis em tudo o resto; de outro modo, perdereis muita coisa boa, ou, mais do que isso, não conseguireis reconhecer a verdade real da questão. Deus, o omnipresente e omnipotente, não é limitado por nenhum credo único.

Ibn al Arabi

filósofo

 

 

Reflexão sobre o Amor

Amor e ódio

Temos hoje em controvérsia os dois mais poderosos afetos, e os dois mais perigosos da vontade humana. Tão poderosos que, se a vontade os vence, é senhora; tão perigosos que, se eles vencem a vontade, é escrava. E que dois afetos são estes? Amor e ódio. O amor tem por objeto o bem para o abraçar, o ódio tem por objeto o mal para o fugir, e este é o poder universal que se estende sem limite a quanto tem o mundo. Mas como o mal muitas vezes anda bem trajado e o bem, pelo contrário, mal vestido, daqui vem que, enganada a vontade com as aparências, facilmente ama o mal com se fora bem e aborrece o bem como se fora mal. Mas este mesmo ditame, ainda hoje tão seguido, posto que parece fundado em igualdade e justiça, é o maior e mais perigoso erro […] Nem sabemos o que é amor, nem sabemos o que é ódio; nem sabemos amar, nem sabemos aborrecer; nem sabemos querer bem, nem sabemos querer mal. Engana-nos o mal com aparências de bem e leva-nos o amor: engana-nos o bem com aparências de mal e mete-nos no coração o ódio. E que fará a triste vontade enganada assim cativa?

Ser amado e não amar é a maior injustiça

Falando em termos somente naturais e humanos, neste caso ou noutro semelhante, qual estado ou qual fortuna seria mais cruel e mais detestável, a do que ama e não é amado, ou a do que é amado e não ama! Respondo que no tal acontecimento o que ama e não é amado, seria digno de maior compaixão, e o que é amado e não ama, de maior horror. Amar e não ser amado é o maior tormento; ser amado e não amar é a maior injustiça. Mas aquilo é padecer a sem-razão, isto é fazê-la: logo melhor é amar e não ser amado que ser amado e não amar, porque amar e não ser amado é ser mártir; ser amado e não amar é ser tirano. Sendo, pois, um excesso tão alheio da razão, tão indigno da humanidade, e tão contrário a toda a inclinação natural não pagar amor com amor, quem duvida ou pode duvidar que não só o aborrecer a quem nos ama [que é acto], mas ainda o não amar somente (que é mera suspensão), seja a maior violência da liberdade humana, o maior aperto do coração e a maior tirania da natureza?

Ω

O amor e o ódio ambos sentenciam sem vista, um porque a não tem e outro porque a não dá.

Ω

O amor essencialmente é união, e a união não pode unir um extremo sem que una também o outro.

Ω

O amor perfeito, e que só merece o nome de amor, vive imortal sobre a esfera da mudança, e não chegam lá as jurisdições do tempo.

Ω

Não há dúvida de que, assim como a parte da ingratidão foi o maior excesso a que podia chegar a fereza humana, assim da parte do amor foi o maior extremo com que a podia corresponder a benignidade divina.

Ω

Se o diminuir no amor é descrédito, também é descrédito o crescer. Quem diz que ama mais desacredita o seu amor, porque, ainda que o crescer seja aumento, é aumento que supõe imperfeição. Amor que pode crescer não é amor perfeito.

Ω

De muitos contam as histórias que morreram porque amaram; mas porque o amor foi só a ocasião, e a ignorância a causa, falsamente lhe deu a morte o epitáfio de amantes. Não é amante, quem morreu porque amou, senão quem amou para morrer.

Ω

No amor dos homens, em que o ciúme se reputa por fineza, um amor leva sempre por condição dois aborrecimentos; porque quando amam é com condição que nem vós haveis de amar a outrem, nem outrem vos há-de amar a vós.

Padre António Vieira

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