Sociedade

  • A base natural da paz e alegria

    As famílias tinham união, todos juntos se ajudando, buscando o progresso e a felicidade. Nas empresas e organizações, as pessoas agiam em equipe na conquista das metas elevadas. Nas nações, as pessoas agiam como um grupo coeso, buscando a paz e o progresso, a melhora geral. Havia liberdade com responsabilidade.

  • A cabana e o simbolismo humano

    “Conhecereis a Verdade e ela vos libertará”(Jo 8.32)

    O filme A Cabana chega às telas dez anos após a publicação do livro de William P. Young, lançado em 2007, ficção que narra as vivências trágicas de Mack, cuja filha pequena foi sequestrada e nunca mais encontrada. A ficção pode ser construída pela vontade do autor, criando situações extremas.

  • A corrupção e a crise da humanidade

    Neste mundo tumultuado por interesses conflitantes, o poder financeiro no livre mercado confronta-se com o poder financeiro do capitalismo de Estado. Nesse meio muitas coisas estão mudando, mas se no livre mercado a liberdade é restrita, no capitalismo de Estado só há deveres, não há liberdade nem direitos com o Estado comandado pelos donos do poder que podem tudo. Pairam incertezas quanto ao futuro.

  • A cultura da cobiça

    A cultura da cobiça pelo poder tem estado presente ao longo da história da humanidade, mas foi após a invenção do dinheiro que ela adquiriu contornos desesperadores. Os países que são geridos desatentamente, com população indolente, mais cedo ou mais tarde acabam caindo nas garras dos oportunistas que vivem de tirar proveito das fraquezas alheias para ampliar seu poder e influência. O desequilibro é a nota dominante da economia global. Quem pode esperneia, outros se corrompem por dinheiro e se acomodam, permitindo que a decadência não tarde.

  • A economia e as guerras

    O economista Angus Deaton, ganhador do prêmio Nobel, disse em entrevista que a globalização não está agonizando e que trouxe muitos benefícios. Deaton tem razão; após a globalização algumas coisas melhoram nesse mundo que até fins do século 19 admitia o trabalho escravo como fator de produção. Mas a humanidade está doente e os culpados são os próprios seres humanos que se afastaram das leis naturais da Criação, tateando com seu cérebro dominador sem se esforçar para ouvir a voz interior, que é a intuição com sua conexão com esferas mais elevadas.

  • A espiritualidade é a cura

    Tudo na vida requer movimentação para não estagnar e adoecer. Grande parte dos seres humanos pensa que a vida tem como prioridade exclusiva ganhar dinheiro para atingir os objetivos terrenos, tais como aquisições, consumo e lazer, o que espelha a forma de agir na atualidade, vazia de sentido sem a participação do espírito, e sem propósitos elevados. A motivação mais forte é o atendimento das necessidades básicas.

  • A globalização e os países

    Os homens se apegam ao poder desde de longa data. A nobreza tinha os direitos sobre a terra. Com a ascensão do dinheiro e crédito, o capitalismo alcançou o comando. Comunistas e socialistas, ambos intervencionistas, também foram atrás do poder com a bandeira de defender os desprotegidos.

  • A Humanidade alcançou o ponto de viragem?

    Quando olhamos para a situação em que o mundo se encontra, não podemos deixar de sentir tristeza pelo grande descaso e falência da humanidade como um todo na conquista da efetiva evolução e na preservação da sustentabilidade.

  • A inteligência emocional e a alma

    O ser humano perdeu a visão do significado e propósito da vida; enveredou pela vida material como se fosse única, esquecendo-se da alma que precisa e deve atuar beneficiadoramente com a colaboração do cérebro que quer dominar e impor a sua vontade. Para que a verdadeira inteligência emocional possa atuar, a alma e o cérebro têm de trabalhar em conjunto, com a alma guiando e o cérebro executando.

  • A precarização avança pelo mundo

    Quanto atraso ainda existe no país outrora dito abençoado. Com a lei Áurea promulgada no ano de 1888, os produtores de café se incompatibilizaram com o Império. Veio a República que não se preocupou com a integração da população libertada, nem ofereceu escola. Em decorrência, teve início o movimento de favelização do Rio de Janeiro. De lá para cá os governantes pouco se esforçaram para forjar um país independente com população bem preparada para a vida.

  • A QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E A HUMANIDADE

    A cultura do século 21 criada pelo raciocínio, com primazia nas finanças, ficou associada ao consumismo e à busca do prazer imediato, mas está faltando uma visão transcendentalista do futuro da humanidade. Com o passar do tempo, essa cultura vai acarretando saturação mental e emocional, pois o ser humano anseia naturalmente por algo mais que o mundo material pode oferecer. É a falta da espiritualidade, pressentida de forma consciente ou não, que gera a sensação de que algo está faltando na vida vazia de sentido elevado.

  • A recomendação de Trump

    Em discurso na ONU, o presidente norte-americano Trump, criador da frase “América na frente”, recomendou: "vocês, líderes de seus países, também devem sempre colocar suas nações à frente." Mas em Brasília a classe política tem colocado à frente o próprio bolso.

  • A vida e o mundo

    Como entender a vida e o mundo? O ser humano, dotado de livre arbítrio,deveria ter compreendido que a cada resolução decorre uma consequência subordinada às leis da vida. Assim, quem semeia arroz sabe que vai colher arroz. Tudo que semeamos será colhido, como a miséria atual, a degradação ambiental, o declínio da qualidade.

  • A vida é um processo contínuo

    Os anos da mocidade passam. Os filhos crescem e saem da casa dos pais para experimentarem a própria vida. Muitas pessoas ficam sem saber o que fazer com o tempo que têm pela frente. Mas trata-se de uma boa época para redespertar o inato impulso para o desenvolvimento espiritual, e perceber que a vida é um processo contínuo unificado. Aquém e além são uma coisa só, por isso todos precisam seguir a lei do movimento, sem decair no desânimo e buscar permanentemente a construção benéfica, de si mesmo e do seu ambiente através dos pensamentos, palavras e ações.

  • Ameaças

    Não é só da mais recôndita selva ou do mais fundo abismo que podem vir ameaças. Estas podem estar no mais profundo de nós próprios, alimentando-se dos nossos medos, das nossas frustrações, dos nossos ódios.

    Rui Cardoso in Courrier

  • As novas gerações e o mundo

    O drama das novas gerações se alastra pelo mundo, o futuro depende delas. Com o advento da quarta revolução industrial o trabalho está em transformação, podendo eliminar o vínculo empregatício duradouro, o que vai mexer com tudo, afetando também o sistema previdenciário, sem que se saiba qual será seu novo formato.

  • Brexit e a felicidade

    Filósofos e pesquisadores começam a fazer comparações entre as religiões procurando nexos entre elas e o que elas dizem sobre a felicidade. A verdade independe das religiões; os grãos de verdade nelas existentes têm de se harmonizar, pois procedem da mesma origem. Em vez de nos preocuparmos com o aprendizado das religiões, melhor seria a busca da compreensão do significado da evolução espiritual da humanidade.

  • Cadeia do ser

    Enxertados num Universo, potencialmente eterno e infinito, esses outros entes possíveis suscitam questões cruzadas, que não se confinam à realidade observável pelos telescópios.

    Joaquim Fernandes

    Cosmólogo

  • Cidadãos globais ou do cosmos

    Vivemos na época do abuso do poder por homens que se julgam acima de tudo e de todos, impondo sua vontade de forma tirânica. O que eles pensam que seja a vida?

  • Ciência

    Os que se inebriam com o progresso científico tornam-se, tantas vezes, inimigos da liberdade. È perigoso acreditar cegamente que só a ciência e os cientistas podem apontar o caminho a seguir.

    Friedrich Hayek