Já se disse muitas vezes que a vida é uma escola, e que as experiências que nela encontramos, algumas vezes um tanto amargas, são como provas ou provações que somos obrigados a enfrentar para podermos passar de ano.

De fato, a vida pode ser encarada como uma grande escola, que deve servir para a educação, aprimoramento e evolução do espírito humano. Contudo, as dores de qualquer tipo foram nela colocadas pelos próprios alunos. Não fazem parte da grade curricular, nem nunca fizeram. Não é imprescindível, absolutamente, que uma pessoa precise experimentar sofrimentos e dores de qualquer espécie para poder progredir espiritualmente.

As dores até podem servir de degraus para a ascensão, quando a respectiva pessoa reconhece como justo o que a atingiu e toma a firme resolução de não mais agir de uma determinada maneira errada, para que não precise voltar a sofrer do mesmo modo. No entanto, as dores não são uma contingência indesviável no processo de desenvolvimento do espírito humano. [...]

 

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