Vivemos no tempo do Juízo Final, e em sua última fase. Nessa época tão séria, tudo o que estava escondido na alma humana vem à tona, para que se mostre como realmente é. Este processo é explicado com riqueza de detalhes na dissertação “Tudo quanto é morto na Criação deve ser despertado para que se julgue!”.

O primeiro parágrafo já esclarece o real sentido do conceito de ressurreição dos mortos no Juízo: “Juízo Final! Todas as promessas a isso ligadas anunciam a ressurreição de todos os mortos para o Juízo Final. No sentido de tal expressão mais uma vez os seres humanos incluíram um erro, pois isto não deve significar: ressurreição de todos os mortos, e sim ressurreição de tudo quanto é morto! Isto é: vivificação de tudo quanto se acha sem movimento na Criação, para que se torne vivo para o Juízo de Deus e assim, em sua atividade, ser elevado ou exterminado!” Abdruschin fala aqui da vivificação de tudo quanto se acha sem movimento na Criação, como um dos efeitos do processo do Juízo em curso. O Juízo Final, ou Julgamento Final, é o período de tempo em que se dá a prestação de contas de como o espírito humano utilizou o tempo a ele concedido para seu desenvolvimento na Terra e nos mundos fino-materiais do Além. É a época da ressurreição. Ressurreição significa “ressurgir”. Assim, tudo o que está escondido na alma humana, aparentemente dormindo, aparentemente morto, ressurgirá agora para a vida devido ao aumentado movimento imposto pelo processo do Juízo. [...]

 

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