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Tempos difíceis!

 

Decorrente da lei eterna, uma força obrigatória de expiação inalterável pesa sobre vós, a qual nunca podereis passar para outros. O que carregais mediante vossos pensamentos, palavras ou ações, ninguém mais, senão vós próprios, podeis resgatar! Ponderai bem, pois de outro modo a Justiça Divina seria apenas uma vibração oca, reduzindo tudo o mais consigo a ruínas.

Abdruschin

A Humanidade está a passar por tempos difíceis! Os empregados perdem os seus empregos e vão engrossar as fileiras dos que dependem da Ação Social; os empregadores fecham as suas empresas aumentando o número de falências ou tomam medidas restritivas para manterem os postos de trabalho; as igrejas continuam a pregar as mesmas palavras repetitivas, clamando por mais fiéis, apáticos e chorosos, mas obedientes no cumprimento dos dogmas; os políticos procuram soluções para debelar a crise e manter a coesão social, evitando assim as manifestações populares de desagrado e indignação, mais ou menos hostis, que, indubitavelmente vão despontar. De quem é a culpa desta crise? Do sistema ou dos que o mantém a funcionar?

* ”Nem empregador nem empregados têm culpa disso, nem o capital nem a sua falta, nem a Igreja nem o Estado, nem as diferentes Nações, mas tão-somente a sintonização errada das pessoas, individualmente, fez com que tudo chegasse a tanto!” -Abdruschin.

Os homens alimentam o sistema com ganância e despotismo e perdem o seu controlo! Os sistemas são, de base, exequíveis e bons para a sociedade, trazendo progresso e bem-estar, educação e cultura, tolerância para retificar desvios e adequá-los aos preceitos do amor ao próximo. Quando o ser humano é dominado pela ganância introduz uma variável no sistema que traz desequilíbrio e desordem. É a vontade do ser humano, individualmente e no coletivo, que faz com que o sistema progrida favoravelmente ou não; as lutas politicas que sustentam a fraude e a corrupção, com discursos humanistas e sempre a falar do bem-estar das populações, são o que de pior a hipocrisia humana consegue criar, a desigualdade e a falta de equilíbrio nas relações humanas, profissionais, politicas etc., levam a que o sistema, mais tarde ou mais cedo imploda. A culpa é do ser humano, por não procurar o sentido da vida, da verdade e do amor, se assim fora, certamente teríamos uma sociedade diferente. O querer saber melhor do que o outro, o ter sempre razão, defender altos valores como se de um clube se tratasse, conduz o ser humano para o caminho da intolerância que tanto mal faz, tanta dor provoca e que nos priva da liberdade, bem precioso que nos foi outorgado pelo Criador no livre arbítrio.

Animem-se os desvalidos porque à responsabilidade ninguém se furta e a Justiça Divina cumpre-se inexoravelmente. Profetas trouxeram para os seus povos, em épocas certas e diferentes, uma doutrina de tolerância e amor, transmitida conforme o seu estado de evolução; que fizeram os seres humanos dessas doutrinas? Criaram religiões com os seus dogmas e introduziram filosofias e complexas teorias intelectivas que ensombram esses mesmos profetas, fecharam as suas portas uns aos outros e alimentam no seu seio a intolerância em nome do Altíssimo; sacrilégio! A História tudo regista e o tempo tudo guarda! “Pai perdoai-lhes, pois não sabem o que fazem!” Culpados? Somos nós, humanidade. Perante o tribunal Divino, só nos podemos considerar: culpados!

Alma Lusa

* Excerto da dissertação “Pai perdoai-lhes pois não sabem o que fazem! “ da obra “Mensagem do Graal”, Na Luz da Verdade, volume II de Abdruschin.

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PENSAMENTO

Adonis

Poeta

A sociedade que julga deter a verdade absoluta produz ignorância. Esta última não só ocupa o lugar da ciência e do saber, como se transforma numa revolta perpétua contra o saber e a ciência  

NOVO ARTIGO

A cultura da cobiça

A cultura da cobiça pelo poder tem estado presente ao longo da história da humanidade, mas foi após a invenção do dinheiro que ela adquiriu contornos desesperadores. Os países que são geridos desatentamente, com população indolente, mais cedo ou mais tarde acabam caindo nas garras dos oportunistas que vivem de tirar proveito das fraquezas alheias para ampliar seu poder e influência. O desequilibro é a nota dominante da economia global. Quem pode esperneia, outros se corrompem por dinheiro e se acomodam, permitindo que a decadência não tarde.

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