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ATLÂNTIDA
Princípio e fim da grande tragédia

 de

 Roselis von Sass

 

Preço: 10,00 €

disponível

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Atlântida, a terra que outrora submergiu nas águas do mar, ergue-se e toma forma de novo. Também as pessoas que lá vivem tornam-se vivas novamente. Eram seres humanos altamente desenvolvidos, criaturas escolhidas, da raça branca, cujo destino será descrito no presente livro, da melhor forma possível. A descrição começa mais ou menos cinquenta anos antes da submersão do país.

Este livro foi escrito devido a insistentes pedidos de espíritos que desejam que se revele a verdade sobre o acontecimento de outrora. Eles pedem insistentemente, a fim de resgatarem seus próprios fios de culpa e também para auxiliarem a outros no vindouro sofrimento da humanidade… Aqui na Terra estamos envoltos por um grande mundo invisível, no qual atuam forças e espíritos que nos guiam, tanto no bom como no mau sentido. Cada um de nós está ligado a esse mundo, por pensamentos intuitivos e pensamentos…

Ω

A primeira notícia da existência da Atlântida foi dada à posteridade pelo sábio Platão, que viveu em Atenas mais ou menos 400 anos antes de Cristo. Platão era também um grande vidente. Ele viu esse País bem como a catástrofe natural que fez com que o mesmo desaparecesse da face da Terra. Através dele a Atlântida reviveu. Desde então não mais caiu no esquecimento.

No decorrer do tempo cientistas começaram a se interessar pelo País submerso. Exploradores do fundo do mar procuram indícios e muitos livros foram escritos sobre o assunto. O nome Atlântida tornou-se mais presente do que nunca… A posição exacta do reino submerso é hoje difícil de se determinar, pois passaram-se mais de 10.000 anos desde então. Não se deve esquecer que também o fundo do mar se encontra em constante movimento, e que desde aquela época maremotos e terramotos causaram deslocamentos e muitas modificações. O eixo da Terra também está sujeito a oscilações e a crosta terrestre levanta-se e abaixa-se no Equador sob a poderosa influência da Lua. Poder-se-ia dizer, aproximadamente, que a Atlântida se situava entre a Irlanda e as Bermudas e que as Hébridas constituem picos de montanhas do reino submerso, picos esses que se elevaram com o passar do tempo.

O professor James Mavor, ao fazer estudos no mar Egeu, afirmou que a ilha Santorin era um fragmento da Atlântida. Muitas ilhas nos diversos mares são, pois, partes de Países submersos e que vieram novamente à tona. Modificação e movimento são leis universais! Na época de nossa história, a Atlântida, era uma ilha muito grande, que apenas ao norte se ligava ao continente. Era bem protegida por costas de rochedos íngremes e promontórios que avançavam bem para dentro do mar. Existiam poucos lugares no sul, onde navios podiam ancorar. O reino era dividido em duas partes, habitadas por povos distintos: o povo do norte e do sul. O norte chamava-se Embla. Provavelmente em honra à deusa da Terra, de igual nome. A parte sul era denominada Ulad. Viajantes e mercadores designavam o reino apenas de “País dos Gigantes” ou “País dos Dragões”. Conservamos, porém, o nome Atlântida, pelo qual o país submerso se tornou conhecido. […]

Roselis Von Sass

 

 

 

O livro está disponível para aquisição na Loja do Círculo

 

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